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| http://veja.abril.com.br/050105/p_084.html
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terça-feira, 26 de junho de 2012
Falência dos sistemas de aposentadoria é ameaça em todo o mundo
Poder de compra cai 50% para aposentados
A cada ano que passa, quem se aposentou pelo teto da contribuição vê seu benefício encolher. Aposentados que recebiam, há 12 anos, renda correspondente a 8,6 salários-mínimos hoje estão com apenas 4,8 mínimos, ou seja, 44% a menos.
Essa retração ocorre, entre outros fatores, por causa de reajustes menores concedidos pelo governo federal para quem ganha benefícios maiores que o mínimo. Em janeiro, o aumento para o piso foi de 14,26%, mas para os que recebiam valores superiores, o índice foi de apenas 6%.
Levantamento feito a pedido da equipe do Diário pelo atuário especializado em Previdência Newton Conde, diretor da Conde Consultoria e também professor da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras), mostra que a renda desse contribuinte, embora tenha crescido, perdeu poder de compra ao longo desse período.
Pelo estudo, um trabalhador, após completar 35 anos de contribuição pelo teto, começou a receber, no ano 2000, o benefício no valor de R$ 1.300,35 com 53 anos. Passados 12 anos, ele ganhará hoje R$ 2.986,23. Apesar da elevação (alta de 129%), o salário-mínimo cresceu bem mais (311%).
Conde ressalva que, no cálculo, foi levado em conta o fator previdenciário e também o tempo de contribuição, que influem na variação do benefício.
DEFASAGEM
Apesar do valor do benefício se manter em crescimento, a tendência é que a defasagem em relação ao avanço do mínimo se amplie, assinala o diretor de políticas sociais da Associação dos Aposentados do Grande ABC, Luís Antônio Ferreira Rodrigues. "A cada quatro anos, o aposentado perde um salário-mínimo", observa.
Por causa dessa queda de poder aquisitivo, segundo o dirigente, a pessoa que na hora em que se aposentou permaneceu pagando convênio médico empresarial de quando estava na ativa, "em oito a dez anos, não conseguirá mais pagar (o plano de saúde)".
PADRÃO DE VIDA
O aposentado José Goulart, de 66 anos, tinha situação de vida bem tranquila quando estava na ativa. Funcionário da Philips Lâmpadas, de Mauá, por 30 anos, ele chegava a trocar de carro a cada três anos. "Agora não consigo mais." Ele está com o mesmo automóvel há oito anos. Além disso, teve de restringir passeios e saídas para jantar fora praticamente a zero.
A mudança no padrão de vida ocorreu apesar de ele ter contribuído pelo teto por mais de 20 anos. Em seu caso, para piorar, quando se aposentou, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) não lhe concedeu o benefício pelo teto. "Depois entrei com ação para revisão do benefício", disse.
http://www.dgabc.com.br/News/5963745/aposentadoria-cai-quase-pela-metade.aspx
http://www.dgabc.com.br/News/5963745/aposentadoria-cai-quase-pela-metade.aspx
sábado, 23 de junho de 2012
Aposentadoria Proporcional
Só tem direito quem já estava no mercado de trabalho em 16 de dezembro de 98.
Muitas pessoas têm dúvidas sobre as exigências para a concessão da aposentadoria por tempo de contribuição, após as mudanças definidas pela reforma da Previdência Social para o setor privado, em 16 de dezembro de 98.
A única exigência da aposentadoria integral é o tempo de contribuição de 35 anos para o homem e 30 para a mulher. No entanto, pedágio e idade mínima são necessários para a aposentadoria por tempo de contribuição proporcional. Além disso, só tem direito à proporcional quem já estava no mercado de trabalho em 16 de dezembro de 98.
A idade mínima para a aposentadoria proporcional é de 53 anos para o homem e de 48 anos para a mulher. Já o tempo de contribuição é a partir de 30 anos para o homem e de pelo menos 25 anos para a mulher, pois há acréscimo de pedágio. Esse tempo a mais é de 40% sobre o período que faltava, em 16 de dezembro de 98, para que a pessoa completasse os 30 anos, no caso do homem, ou 25 anos, para a mulher. Por exemplo, se um homem possuía 20 anos de contribuição em 16 de dezembro de 98, seriam necessário mais 10 anos para completar os 30 anos. Esses dez anos, com o acréscimo de 40%, passaram para 14 anos, contando a partir de 15 de dezembro de 98. Já a mulher que tivesse 20 anos de contribuição, em 16 de dezembro 98, precisaria de mais cinco anos para completar os 25 anos. O cinco anos (60 meses), com o pedágio passaram a ser 7 anos (84 meses).
sexta-feira, 15 de junho de 2012
DESAPOSENTAÇÃO
Em virtude dos baixos salários que são pagos mensalmente para a maior parte dos aposentados, muitos precisam voltar ao mercado de trabalho para completar a renda mensal.
Quando volta ao trabalho, o aposentado vê-se obrigado a contribuir para o INSS, porém, mesmo contribuindo, não tem direito algum a qualquer a praticamente nenhum benefício para quem já está aposentado. Somente são assegurados os direitos aos benefícios do salário família e a reabilitação profissional.
Diante desta frustração, o aposentado acaba se interessando pela desaposentação (renúncia da atual aposentadoria para, posteriormente, reivindicar uma aposentadoria com valores atualizados, geralmente bem superiores àquela que vinha recebendo.
Ocorre que existe uma grande discussão sobre esta questão, já que ainda não se tem uma posição definitiva sobre este tema. É possível que esta tese se torne uma realidade, mas as chances são poucas, já que poderia causar uma avalanche de pedidos de desaposentação (atualmente. há mais de 70 mil ações correndo na justiça), o que certamente causaria grandes retiradas financeiras das contas da Previdência Social, já desequilibrada financeiramente.
Por outro lado, os Tribunais Superiores do Brasil, via de regra, têm se direcionado a favor da Desaposentação, já que ninguém precisa ficar preso à sua aposentadoria, contra a sua vontade.
Para tentar a desaposentação, o aposentado precisa entrar com uma ação judicial através de um advogado já que o INSS não reconhece esta possibilidade de renúncia.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
ARAPIRACA/AL: Perícias médicas serão realizadas no feriado
Mutirão será realizado a partir das 7h
06/06/2012 - 13:00:00
De Maceió (AL) - A Agência da Previdência Social em Arapiraca abrirá nesta quinta-feira (7), durante o feriado de Corpus Christi, para atender 180 segurados que irão fazer a perícia médica. O objetivo é reduzir o prazo de espera entre o agendamento e a realização do exame. A unidade fica na Rua José Leite Bezerra, S/N, no bairro Santa Edwiges.
Nove peritos médicos atendem os segurados. Cada um deles irá realizar 20 perícias, totalizando 180 exames. Diariamente são realizadas, em média, 98 perícias naquela agência.
A redução do tempo de espera da Perícia Médica faz parte do Plano de Ação 2012. A perícia médica é a avaliação obrigatória para a concessão dos benefícios por incapacidade, como o auxílio-doença e o benefício assistencial para o portador de deficiência. O médico perito avalia se a enfermidade apresentada pelo trabalhador o impede de exercer sua atividade, no caso do auxílio-doença. E se a deficiência física ou mental é incapacitante, no caso do benefício assistencial. (SCS/PB)
Nove peritos médicos atendem os segurados. Cada um deles irá realizar 20 perícias, totalizando 180 exames. Diariamente são realizadas, em média, 98 perícias naquela agência.
A redução do tempo de espera da Perícia Médica faz parte do Plano de Ação 2012. A perícia médica é a avaliação obrigatória para a concessão dos benefícios por incapacidade, como o auxílio-doença e o benefício assistencial para o portador de deficiência. O médico perito avalia se a enfermidade apresentada pelo trabalhador o impede de exercer sua atividade, no caso do auxílio-doença. E se a deficiência física ou mental é incapacitante, no caso do benefício assistencial. (SCS/PB)
Fonte: Previdência Social
LEI DA COPA: Atletas das copas de 1958, 1962 e 1970 receberão benefício do INSS
Ex-jogadores devem ter renda inferior ao teto do INSS
06/06/2012 - 19:00:00
Da Redação (Brasília) – Os jogadores das seleções brasileiras campeãs das copas de 1958, 1962 e 1970, inclusive os reservas, terão direito a receber um auxílio especial mensal. O benefício será custeado pelo Tesouro Nacional e pago pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para isso, devem ter renda menor que R$ 3.916,20, que é o benefício máximo pago pelo INSS. O valor do benefício será a diferença entre o teto do INSS e a renda do ex-atleta. A norma está na Lei nº 12.663, conhecida como lei geral da copa, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff nesta terça feira (5) e publicada hoje no Diário Oficial da União (seção 1, página 3).
“Para nós é um motivo de muita alegria, é justo o benefício para essas pessoas que estão esperando há muito tempo, considerando que esses atletas deram grandes alegrias para o país e que muitos deles enfrentavam condições difíceis. Nós estamos muito felizes porque esses atletas que nós deram muita alegria terão agora minimamente condições decente para seguir a sua vida e ter uma velhice decentes”, explica o secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas.
Caso o jogador beneficiado venha a falecer, o auxílio será pago à esposa ou companheira e aos filhos menores de 21 anos ou inválidos. No caso de invalidez, ela deve ser anterior à data em que o(a) filho(a) completou 21 anos. Havendo mais de um beneficiário, o valor do auxílio será dividido entre eles.
Compete ao INSS administrar os requerimentos e os pagamentos do auxílio especial mensal. O Ministério do Esporte ficará responsável por informar a relação dos jogadores que devem ser beneficiados. O pagamento do auxílio será retroativo à data em que o pedido ao INSS tenha sido protocolado. O Ministério do Esporte também pagará aos jogadores prêmio de R$ 100 mil.
Embora o auxílio especial mensal esteja sujeito ao desconto do Imposto de Renda, o beneficiário não pagará a contribuição à Previdência Social. As despesas ficam por conta do Tesouro Nacional e serão consignadas no orçamento do Ministério da Previdência Social.
Informações para a imprensa Ligia Borges (61) 2021- 5779 Ascom/MPS
“Para nós é um motivo de muita alegria, é justo o benefício para essas pessoas que estão esperando há muito tempo, considerando que esses atletas deram grandes alegrias para o país e que muitos deles enfrentavam condições difíceis. Nós estamos muito felizes porque esses atletas que nós deram muita alegria terão agora minimamente condições decente para seguir a sua vida e ter uma velhice decentes”, explica o secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas.
Caso o jogador beneficiado venha a falecer, o auxílio será pago à esposa ou companheira e aos filhos menores de 21 anos ou inválidos. No caso de invalidez, ela deve ser anterior à data em que o(a) filho(a) completou 21 anos. Havendo mais de um beneficiário, o valor do auxílio será dividido entre eles.
Compete ao INSS administrar os requerimentos e os pagamentos do auxílio especial mensal. O Ministério do Esporte ficará responsável por informar a relação dos jogadores que devem ser beneficiados. O pagamento do auxílio será retroativo à data em que o pedido ao INSS tenha sido protocolado. O Ministério do Esporte também pagará aos jogadores prêmio de R$ 100 mil.
Embora o auxílio especial mensal esteja sujeito ao desconto do Imposto de Renda, o beneficiário não pagará a contribuição à Previdência Social. As despesas ficam por conta do Tesouro Nacional e serão consignadas no orçamento do Ministério da Previdência Social.
Informações para a imprensa Ligia Borges (61) 2021- 5779 Ascom/MPS
Fonte: Previdência Social
sábado, 5 de maio de 2012
Vídeo Motivacional: fases da vida
Veja Emocionante Vídeo Motivacional no Youtube exposto pela Bordoni Aposentadoria. Clique no link
domingo, 22 de abril de 2012
APOSENTADO TEM PERDA DO PODER DE COMPRA ANO A ANO
Em 01/06/2009
Os aposentados e pensionistas pretendem reunir um milhão de ações na Justiça contra o fator previdenciário e pela criação de uma política nacional de recuperação do poder de compra do benefício.
O movimento, encabeçado pelo Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical, diz que as primeiras dez mil ações devem ser ajuizadas em meados de junho, em São Paulo.
Segundo cálculos da Federação dos Aposentados e Pensionistas de Minas Gerais (FAP/MG), quem se aposentou em 1998 com dez salários mínimos, começou recebendo R$1.200 (na época, o mínimo era R$ 120).
Mantida a paridade, deveria receber R$ 4.650 hoje, mas com as correções diferentes, o benefício atual é de R$ 2.635,06, uma perda de 76,47%.
De acordo com o presidente do Sindicato, João Batista Inocentini, dos 26,5 milhões de aposentados brasileiros, sete milhões foram prejudicados pelo fator previdenciário - regra criada em 1999 para inibir aposentadorias precoces.
Quem se aposenta antes da idade mínima (60 anos para mulher e 65 anos para homens) tem redução média de 40% no valor do benefício. Os aposentados entendem que a regra é inconstitucional.
Outros 16,5 milhões sofrem com a defasagem do benefício.
Desses, 8,5 milhões ainda recebem mais que um salário mínimo e oito milhões recebiam acima do piso quando se aposentaram e hoje recebem um salário mínimo.
A diferença acontece porque a correção do piso salarial do país é sempre maior do que a da aposentadoria.
Este ano, o mínimo subiu 12,04% e a aposentadoria, 5,92%.
Inocentini afirma que a ideia não é vincular a correção do benefício ao mínimo, e sim criar um indicador próprio para reajustar as aposentadorias.
"Se o índice for o mesmo, só vai corrigir daqui para frente, não vai recompor as perdas que já tivemos", explica.
Esse índice deve ser baseado nos custos de vida do aposentado.
De acordo com Inocentini, foi elaborada uma lista com cem itens que vão desde os gastos com a casa (luz, água, telefone, gás) até itens de saúde (plano de saúde, medicamento de uso contínuo, óculos, dentista).
"Não tem como o aposentado fugir desses gastos. E todos eles sobem mais que o INPC", diz.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) é normalmente usado para basear os reajustes dos benefícios.
A campanha do Sindicato já foi lançada em outras cidades, principalmente as do Sul e Sudeste, regiões que concentram 85% dos aposentados e pensionistas que recebem mais que um salário mínimo.
A ideia é que os aposentados procurem os sindicatos da categoria em cada cidade para ajuizar ações individuais, mas que serão encaminhadas coletivamente à Justiça.
"Um milhão de processos até dezembro é uma forma de pressionar o governo a negociar", afirma.
Para o ministro da Previdência, José Pimentel, o fator previdenciário é constitucional e, por enquanto, não deve acabar.
Segundo ele, na década de 1990, o Supremo Tribunal Federal declarou que a regra é constitucional.
sábado, 21 de abril de 2012
workaholic: viciado em trabalho
Workaholic é uma expressão americana que significa uma pessoa viciada em trabalho. É uma variação da palavra alcoholic (alcoólatra
Há empresas que acreditam que ser um workaholic é sinônimo de competência. Engano. Administrar o tempo e equilibrar-se em todas as áreas da vida sim é competência.
Chega um momento em que o indivíduo sente um peso enorme ao estar em casa com a família, os amigos, assistindo a um filme ou conversando com os filhos. Para ele, tudo que não for ligado ao trabalho é perda de tempo. Em conseqüência, perde a família, os amigos e até mesmo o próprio emprego quando chega a um nível altíssimo de estresse.
Mas uma das mais severas conseqüências é o medo de fracassar. Este medo condiciona e impulsiona o viciado a tentar cada vez mais forte e mais concentrado na busca por resultados. A palavra fracasso causa arrepios, traumas e sofrimentos incalculáveis.
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Dez caminhos criativos para evitar se tornar um
workaholic
Por
Tammy Strobel (adaptado)
Nossa cultura celebra que as pessoas trabalhem demais. Nós ouvimos histórias de pessoas que "viraram" a noite no escritório, ou sobre indivíduos que nunca tiraram férias. Trabalhar demais não significa que se ganhará uma estrelinha dourada ou um aumento.
Trabalhar demais costuma reduzir a produtividade, drenar a criatividade, e afetar negativamente os relacionamentos com amigos e família. Não me entenda mal, perseguir sua paixão é um presente maravilhoso e não há nada de errado em trabalhar duro nos projetos que você ama. Entretanto, é essencial ter intervalos. Não importa se você trabalha em casa ou em um escritório é essencial para nutrir o espírito criativo.
Abaixo há alguns meios criativos de evitar se tornar um workaholic.
1. Defina limites claros.
Tenha certeza que suas horas de trabalho são consistentes. Por exemplo, se você trabalha das 8h às 17h assegure-se de deixar o escritório às 17h. Não se atrase.
2. Durma o suficiente.
"Se você encontrar alguém que está agindo como um tolo, há uma boa chance
de que a pessoa está sofrendo de privação de sono." ~ Jason Fried e David
Heinemeier Hansson, Rework
Ficar acordado até tarde trabalhando em um projeto e levantar da cama às 5 da manhã para ir ao escritório não é uma boa estratégia. Falta de criatividade, moral diminuída e irritabilidade são alguns dos sintomas de pessoas que não dormem o suficiente. Trabalhe melhor, não mais.
3. Desconecte-se da internet.
Boa parte das atividades não requerem conexão de internet todo o tempo. É incrível o que pode acontecer quando você se afasta por alguns minutos da tela do computador ou do smartphone ou de um dispositivo móvel qualquer. As idéias mais matadoras vêm quando você está tomando um banho, caminhando, cozinhando, em geral, 'não trabalhando'.
Todo mundo é criativo e as idéias vêm até você em momentos estranhos. Não é porque você teve nenhuma idéia que você deve sair fazendo naquele momento. Anote a idéia para não esquecê-la e aproveite o tempo livre.
4. Passe um tempo com a natureza.
Passar um tempo com a natureza é um ótimo redutor de stress, nos desconecta das preocupações diárias e das mensagens incessantes que chegam do trabalho. Defina um tempo do seu dia para passar ao ar livre. Por exemplo, reserve 30minutos do seu dia para uma caminhada e se concentre na paisagem. Não há pressa. Leve o tempo necessário, tente entender os sentimentos e observe a beleza natural ao redor.
5. Arrume tempo para os amigos, para a família para seu companheiro (a).
Se você está trabalhando demais, provavelmente está sacrificando o tempo que passa com seus amigos, família e com seu companheiro (a). Fazer um trabalho que você adore é extremamente importante, mas também o são as pessoas que amam você. Leve em consideração como você utiliza seu tempo e o que é mais importante na sua vida. Quando você está com sua família, amigos e com a pessoa que você ama, realmente esteja lá. Faça um esforço para estar presente. Por exemplo, se você está tendo uma conversa com um amigo, ouça o que ele realmente está dizendo. Se envolva e pergunte sobre o assunto.
6. Coma comida de verdade.
Um efeito colateral de trabalhar de mais é comer muito fora de casa e menos comida caseira. Comida real inclui: frutas, vegetais e muitos grãos. Antes de ir trabalhar, separe um tempo para se preparar um café da manhã, ou chegue mais cedo e se prepare um jantar saudável.
Mais o mais importante é não comer enquanto você estiver trabalhando. Aprecie a comida e saboreie cada mordida. Estudos demonstram que se você comer muito rapidamente você come demais e acaba ganhando peso.
7. Encontre um hobby.
Cultive um hobby; de preferência algo que não esteja relacionado ao seu trabalho diário. Inicie um brainstorming de seus interesses. Por exemplo, você pode começar a correr, caminhar, escrever, ler livros, tocar um instrumento musical. Um hobby deve ser uma coisa que te traz alegria; algo que você pode se soltar e se encontrar.
8. Constantemente se questione sobre seus objetivos e seu propósito de vida.
É importante continuamente avaliar seus objetivos, seu propósito de vida e seus comportamentos.
Por exemplo, se você constantemente fica até tarde no escritório, sacrifica seus relacionamentos por causa do trabalho, checa obsessivamente seus e-mails, pergunte a você:
· Por que estou fazendo isso?
· Qual é o objetivo final?
· Os meus comportamentos são saudáveis?
9. Continue cultivando hábitos saudáveis.
Desenvolver hábitos saudáveis não é uma coisa que acontece do dia pra noite. Trabalhando em pequenas mudanças no comportamento todos os dias, você pode fazer grandes mudanças em longo prazo. Por exemplo, ao invés de checar seu e-mail a cada 5 minutos, comece à checá-lo 3 vezes ao dia.
Também, considere incorporar pequenas mudanças na sua rotina diária, como fazer 30 minutos de exercícios todos os dias, preparar uma refeição saudável e estar presente quando você passar tempo com seus amigos e família.
10. Busque um equilíbrio entre a vida profissional e familiar.
Se você acha que você é um workaholic, busque ajuda com outras pessoas. Conecte-se com amigos, família, e considere a terapia como uma opção. Se você acredita que está impactando negativamente sua vida, faça alguma coisa a respeito do problema. Nós somente temos uma vida. Portanto viva-a bem e cuide de você mesmo.
O Mercado de Trabalho após os 50 anos
Quase 17,5 milhões de trabalhadores brasileiros têm mais de 50 anos, e uma parte desse contingente procura recolocação quando se aposenta ou enfrenta o desemprego.
A vida profissional é feita de ciclos, que podem se renovar por muitos anos ao longo da maturidade. Isso só depende de planejamento.
“Se a pessoa vai se manter na mesma área em que estava trabalhando, ela provavelmente vai ter que fazer um curso de reciclagem, para ver se não tem alguma nova tecnologia na área e assim por diante”, orienta o especialista em carreira Silvio Celestino. “Agora, se a pessoa quer mudar totalmente de área, ela realmente vai ter que fazer um curso para aprender aquilo com o que ela vai trabalhar”.
É muito importante saber se quer voltar ao mercado de trabalho como funcionário ou se pretende abrir um negócio. Ser empregado é muito diferente de ser patrão. “Um empregado tem uma cabeça de recebimentos a cada 30 dias. Um empreendedor, às vezes, pode passar anos sem recebendo muito pouco”, explica Celestino.
“Se a pessoa vai se manter na mesma área em que estava trabalhando, ela provavelmente vai ter que fazer um curso de reciclagem, para ver se não tem alguma nova tecnologia na área e assim por diante”, orienta o especialista em carreira Silvio Celestino. “Agora, se a pessoa quer mudar totalmente de área, ela realmente vai ter que fazer um curso para aprender aquilo com o que ela vai trabalhar”.
É muito importante saber se quer voltar ao mercado de trabalho como funcionário ou se pretende abrir um negócio. Ser empregado é muito diferente de ser patrão. “Um empregado tem uma cabeça de recebimentos a cada 30 dias. Um empreendedor, às vezes, pode passar anos sem recebendo muito pouco”, explica Celestino.
Hoje, um aposentado de Fortaleza está ganhando dinheiro ajudando outros aposentados. Seu Maurício dos Santos se destacou na carreira militar como dentista do Exército e, durante muitos anos, foi administrador de hospitais militares em Vitória e Fortaleza. Hoje na reserva, ele aproveitou a experiência como gestor para abrir uma empresa de prestação de serviços, principalmente para quem já passou dos 60 anos.
Hoje, Mauricio conta com seis funcionários fixos e 25 colaboradores terceirizados. “Eu aconselho as pessoas a não parar de trabalhar, com isso você vai ter uma vida mais longa”, acredita o empresário. “Não existe idade avançada. É só querer trabalhar, que há condições de levar a vida melhor”.
Os desafios para quem tem mais de 50 anos e já ficou alguns anos parado são maiores, mas isso não é motivo para desânimo.
Quem procura emprego nessa faixa etária deve valorizar o que tem de melhor: a maturidade e a experiência. “O que se espera de uma pessoa com mais idade é o seu domínio emocional: você conseguir se manter calmo em situações onde pessoas mais novas talvez perdessem um pouco o domínio das emoções”, exemplifica o consultor
Se você se sente melhor como empregado, as funções de atendimento ao público trazem muitas oportunidades. Supermercados, livrarias e companhias aéreas são alguns dos setores que contratam funcionários de mais idade.
Encontramos um exemplo em Porto Alegre que confirma essa tendência. Numa loja de móveis, ter mais de 50 anos é garantia de valorização profissional: dos 47 funcionários, 12 estão nesta faixa etária. Essa é uma estratégia da empresa para cativar os clientes na hora de fechar negócio.
Depois de dois anos desempregado, no início do ano passado o economista Neuri Salton conseguiu voltar ao mercado de trabalho – e na área em que sempre autou, o comércio. Aos 55 anos, ele é o gerente operacional da loja em Porto Alegre. “Se a gente perde um emprego depois de uma certa idade, como eu perdi, as coisas se tornam bem mais difíceis. Eu tive que reestruturar toda a minha vida, começar tudo de novo”, conta. “Quando a gente vê uma oportunidade, agarra com unhas e dentes e procura dar o melhor, fazer da forma mais positiva possível”.
Dependendo da área de trabalho, a experiência também pode significar um conhecimento técnico maior.
Alfredo Ferreira Marques trabalha há 40 anos como analista de sistemas e domina o Cobol, uma linguagem de programação famosa nas décadas de 60 e 70 e que ainda hoje é utilizada na área financeira. “O mercado mudou muito. Hoje em dia, a turma acredita um pouco mais na experiência, acredita que a mesclagem do idoso com o jovem é uma coisa mais produtiva para a empresa”, acredita Alfredo.
O especialista Silvio Celestino concorda que a carreira profissional não acaba então com a aposentadoria. “Uma carreira profissional só acaba quando a sua vida acaba. Você pode viver 200 anos, sempre vai ter alguma coisa para fazer, aprender, se interessar e assim por diante”, diz.
É como diz o seu Alfredo Marques, do alto dos seus 68 anos. “Minha dica para o pessoal é que eles não desanimem, estudem e progridam na vida. A primeira coisa é o seguinte: seja feliz agora, com o que você tem hoje. Não deixe para ser feliz amanhã”.
Hoje, Mauricio conta com seis funcionários fixos e 25 colaboradores terceirizados. “Eu aconselho as pessoas a não parar de trabalhar, com isso você vai ter uma vida mais longa”, acredita o empresário. “Não existe idade avançada. É só querer trabalhar, que há condições de levar a vida melhor”.
Os desafios para quem tem mais de 50 anos e já ficou alguns anos parado são maiores, mas isso não é motivo para desânimo.
Quem procura emprego nessa faixa etária deve valorizar o que tem de melhor: a maturidade e a experiência. “O que se espera de uma pessoa com mais idade é o seu domínio emocional: você conseguir se manter calmo em situações onde pessoas mais novas talvez perdessem um pouco o domínio das emoções”, exemplifica o consultor
Se você se sente melhor como empregado, as funções de atendimento ao público trazem muitas oportunidades. Supermercados, livrarias e companhias aéreas são alguns dos setores que contratam funcionários de mais idade.
Encontramos um exemplo em Porto Alegre que confirma essa tendência. Numa loja de móveis, ter mais de 50 anos é garantia de valorização profissional: dos 47 funcionários, 12 estão nesta faixa etária. Essa é uma estratégia da empresa para cativar os clientes na hora de fechar negócio.
Depois de dois anos desempregado, no início do ano passado o economista Neuri Salton conseguiu voltar ao mercado de trabalho – e na área em que sempre autou, o comércio. Aos 55 anos, ele é o gerente operacional da loja em Porto Alegre. “Se a gente perde um emprego depois de uma certa idade, como eu perdi, as coisas se tornam bem mais difíceis. Eu tive que reestruturar toda a minha vida, começar tudo de novo”, conta. “Quando a gente vê uma oportunidade, agarra com unhas e dentes e procura dar o melhor, fazer da forma mais positiva possível”.
Dependendo da área de trabalho, a experiência também pode significar um conhecimento técnico maior.
Alfredo Ferreira Marques trabalha há 40 anos como analista de sistemas e domina o Cobol, uma linguagem de programação famosa nas décadas de 60 e 70 e que ainda hoje é utilizada na área financeira. “O mercado mudou muito. Hoje em dia, a turma acredita um pouco mais na experiência, acredita que a mesclagem do idoso com o jovem é uma coisa mais produtiva para a empresa”, acredita Alfredo.
O especialista Silvio Celestino concorda que a carreira profissional não acaba então com a aposentadoria. “Uma carreira profissional só acaba quando a sua vida acaba. Você pode viver 200 anos, sempre vai ter alguma coisa para fazer, aprender, se interessar e assim por diante”, diz.
É como diz o seu Alfredo Marques, do alto dos seus 68 anos. “Minha dica para o pessoal é que eles não desanimem, estudem e progridam na vida. A primeira coisa é o seguinte: seja feliz agora, com o que você tem hoje. Não deixe para ser feliz amanhã”.
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