sexta-feira, 20 de abril de 2012

A importância das Caminhadas na Terceira Idade

Vantagens 
- Melhora a circulação e a atividade do coração, além da diminuir os riscos de problemas cardíacos.
- Reduz gorduras localizadas e é excelente para quem é sedentário e quer começar um programa de exercícios.
- Com a caminhada, o risco de lesão é pequeno, já que a atividade é de intensidade baixa.


Riscos
- Os riscos da caminhada são quase que inexistentes. Mas eles podem aparecer se a pessoa não tiver acompanhamento médico ou o ritmo da caminhada for pesado.
- Os batimentos do coração não podem ultrapassar 75% a 80% da freqüência normal.
Observação: para calcular a sua freqüência cardíaca ideal, os médicos costumam recomendar usar a fórmula: 220 - idade = freqüência cardíaca total (100%). Na dúvida, consulte um médico.
- Uma pessoa sedentária corre mais riscos que uma pessoa ativa, tanto na caminhada como em outras atividades físicas.


Período mínimo para fazer efeito
- De três a cinco vezes por semana, 30 minutos ao dia.
- Para quem estiver começando, o ideal é alternar um dia de descanso com um dia de exercício.


Gasto calórico médio
- De 200 a 400 kcal/hora
Observação: A queima das gordurinhas depende do sexo, idade, metabolismo e condicionamento físico da pessoa.


Quem deve fazer 
- Todas as pessoas, das mais diversas idades, desde que tenham passado por uma consulta médica.


                        



Dicas do especialistaNunca passe dos limites de seu corpo. O trabalho físico deve ser feito em um período longo e o ritmo da caminhada, aumentando de acordo com os progressos da resistência física. Não deixe de usar roupas leves e um tênis macio. Beba líquido antes, durante e depois da caminhada. Se quiser comer alguma coisa antes, dê preferência às frutas, sucos e vitaminas. Outros alimentos podem pesar no estômago.
Ronaldo Martinelli (Professor responsável pelo Depto. de Treinamento de Corrida e Esportes de Aventura da academia Runner)
Fonte: Terra
 



A Dificuldade de se Adaptar a “Vida Livre” após a Aposentadoria


                                                       

A Dificuldade de se Adaptar a “Vida Livre” após a Aposentadoria  - Publicado em Folha Equilíbrio – “Outras Idéias”
 - Olá, Moisés, por que tanta felicidade? Perguntou ao  amigo, altivo e distraído em seus 63 anos - Me aposentei. Hoje é o início de uma nova vida! 
O sonho da aposentadoria povoa nossas mentes de trabalhadores desde o início de nossas carreiras. É uma meta, um objetivo que nos livrará da terrível obrigatoriedade do horário, das cobranças, das férias sempre fora da época adequada. 
É poder descansar, viajar, ler, divertir-se, fazer o que se quer da vida e do tempo. Imaginamos chegar a uma fase em que o tempo perca o seu significado de opressão e adquira outro sentido.
- Vou dispor de minha vida da forma que melhor me aprouver, mesmo que tenha que me matar todos estes anos, não poder nem adoecer, viver sufocado e angustiado. O paraíso virá depois – este é o sonho.
Moisés transformara-se em uma máquina de trabalhar, visando desligar um dia o botão e transformar-se em outra pessoa, diametralmente oposta.
Os anos passam e a aposentadoria chega. Moisés adquiriu hábitos, criou compromissos, deu uma forma a sua vida na qual não cabe o Jardim das Delícias. Só na sua fantasia, ele existe. Nada fora feito para construir, para plantar o prazer interior, a liberdade que lhe permitisse gozar sem culpa.
E chegou o grande dia....
Primeiro veio a perplexidade, o tempo sobra não se sabe o que fazer com as horas que se multiplicam. Há uma sensação de desperdício, de vazio, que pode ser sofregamente preenchida pela busca de caminhos que não levam a lugar algum. Às vezes, a vida anteriormente organizada se desorganiza e a aflição e o vazio se estabelecem.
Dna Alda, viúva há 3 anos, acaba de aposentar-se. Formulou planos de viagens, imaginou prazeres, conheceu em seus sonhos mundos inexplorados. E começa a realizar estes planos. Levada por uma “concepção de oba-oba” da aposentadoria, como se dançar e fazer certas macaquices fossem expressão de alegria interior. - O mercado já descobriu o filão dos idosos que precisam preencher os seus espaços agora existentes. - E esta foi a viagem de Dna Alda. Após percorrer mares nunca dantes navegados, descobriu-se só.  E agora? O que lhe daria a realização de algo consistente que pudesse dar vida aos anos viriam a seguir?

Ainda existe o caso de Paulo, que passou a  girar em torno do trabalho que se foi. Do lugar físico, dos colegas, não se desligando do passado. Virou vampiro e é considerado vampiro.
Onde foi parar o Jardim das Delícias?
Ele tem mais flores ou mais urtigas?
Para que consigamos aproveitar bem o período cada vez mais dilatado de aposentadoria, pois hoje as pessoas vivem mais, a preparação para esta etapa tem que começar bem antes, e não se trata apenas de uma preparação individual, como vimos, tão repleta de quimeras, quando empurramos para a velhice nossas ilusões de adolescência.
Esta preparação inclui em primeiro lugar a Empresa, com um plano de suporte Psicológico para as pessoas que irão aposentar-se. Quantas empresas vc conhece que tenham um plano sério de preparação para a aposentadoria de seus funcionários? Eles valem enquanto rentáveis, depois são descartados e esquecidos. Segundo, uma reformulação de planos familiares em bases concretas. Quantas famílias vc conhece que incluam a aposentadoria como uma fase de crescimento, não de estagnação e perda, ou então de planos irrealizáveis de felicidade eterna? E, em terceiro, uma participação pessoal, onde todos os condicionantes da vida do aposentado sejam examinados em seus detalhes. Condicionantes de idade, saúde, disponibilidade financeira, possibilidade de traçar novos rumos, potencialidades, interesses pessoais tantas vezes sufocados pelas obrigações da época do trabalho.
Enfim, exige um planejamento. Da mesma forma como nos preparamos para a chegada do filho que vai nascer, precisamos preparar-nos para esta nova vida que se abre à nossa frente, e que poderá ser o Jardim das Delícias o Poço das Frustrações e da Morte.


Mulheres Aposentadas: contingente cresce na participação Nacional


Taxa de participação das mulheres aposentadas cresce, enquanto a dos homens diminui

Esse crescimento do contingente de aposentados foi acompanhado pelo aumento de sua parcela de ativos na faixa etária de 40 anos e mais, no Estado de São Paulo. Entre 1992 e 2003, o crescimento relativo do número de mulheres aposentadas ativas foi superior ao dos homens nas duas faixas etárias analisadas.
A dimensão de tais movimentos pode ser avaliada pelo porcentual de aposentados ativos com 40 anos e mais no total de aposentados nessa faixa etária, em 2003: 23,2% para o total, 15,3% para as mulheres e de 28,5% para os homens. Ao mesmo tempo, diminuiu a distância dessas razões entre os sexos, refletindo sua evolução diferenciada: em 2003, na faixa etária de 40 a 59 anos, tal indicador atingiu 29,9%, para as mulheres, e 39,9%, para os homens. Entre as pessoas de 60 anos e mais esses porcentuais foram de, respectivamente, 9,7% e 22,2%, em 2003 [15].
Gráfico 4
Taxa de Participação dos Aposentados de 40 Anos e Mais, por Sexo, segundo Faixa Etária (1)
Estado de São Paulo
1992-2003
Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 1992 e 2003; Fundação Seade.
(1) Exclusive as pessoas com idade ignorada.

Aposentadas Ocupadas
Aumenta a proporção de mulheres aposentadas ativas que trabalham
Entre 1992 e 2003, os aposentados ativos de 40 anos e mais aumentaram sua participação no total de ocupados no Estado de São Paulo de 9,4% para 11,0%. O crescimento foi significativamente maior entre as mulheres (de 3,9% para 7,1%) que entre os homens (12,2% para 13,7%), embora o patamar destes ainda se mantenha muito superior ao das mulheres.
Quanto à taxa de ocupação [16] dos aposentados nas faixas etárias superiores, verifica-se, de início, que seu patamar é muito elevado nos dois períodos, para ambos os sexos. Isso sugere que o fato de uma pessoa dispor de aposentadoria dá-lhe alguma vantagem na reinserção no mercado de trabalho. A título hipotético, pode-se admitir, por exemplo, que parcela desses indivíduos permanece no mesmo posto de trabalho em que se aposentou, outros conseguem inserir-se em novo posto a partir das relações pessoais e profissionais estabelecidas ao longo de sua vida profissional, outros ainda podem aceitar postos de trabalho precários, tendo em vista já disporem de um rendimento regular.
Pode-se também admitir, diante da virtual inexistência de desemprego nas faixas etárias superiores, em especial entre as mulheres, que as pessoas com tais características, se não conseguem inserir-se no mercado imediatamente após a aposentadoria não permanecem pressionando esse mercado na condição de desempregadas.
No período, houve retração desse indicador para os homens e aumento para as mulheres, cujo patamar atingiu 95%, em 2003, superando o alcançado pelos homens (93%) e revertendo a situação observada em 1992, o que se repete nas duas faixas etárias analisadas. É notável que, em 2003, quase 100% das mulheres aposentadas ativas na faixa etária de 60 anos e mais estavam ocupadas (Gráfico 5).
Gráfico 5
Taxa de Ocupação dos Aposentados de 40 Anos e Mais, por Sexo, segundo Faixa Etária
Estado de São Paulo
1992-2003
Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 1992 e 2003; Fundação Seade.

O número de pessoas aposentadas ocupadas na faixa etária de 40 a 59 anos experimentou um crescimento de 115,2% entre 1992 e 2003, quando chegou a 350 mil pessoas, sendo que 100 mil eram mulheres e 250 mil, homens. Na faixa etária de 60 anos e mais esse crescimento foi de 46,7%, atingindo um contingente de 357 mil pessoas, das quais 89 mil eram mulheres e 268 mil homens.
Quanto à inserção ocupacional, em 2003, a maior parte dos aposentados ocupados, homens e mulheres, era empregada e, em menor medida, trabalhador por conta própria, principalmente no setor de serviços.
Em 2003, encontravam-se em desemprego aproximadamente 50 mil aposentados de 40 anos e mais, em sua maioria homens.[17]
Gráfico 6
Variação do Número de Aposentados Ocupados, segundo Faixa Etária
Estado de São Paulo
1992-2003
Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 1992 e 2003; Fundação Seade.
Aposentadas Chefes de Família
Em 2003, 361 mil famílias de duas ou mais pessoas eram chefiadas por mulheres aposentadas de 40 anos e mais
O número de famílias chefiadas por aposentados de 40 anos e mais aumentou intensamente (70,2%) entre 1992 e 2003, passando de 1,38 milhão para 2,35 milhões. Esse comportamento foi ainda mais vertiginoso entre as mulheres aposentadas de 40 a 59 anos (162,8%). Já entre os homens na mesma faixa etária o aumento foi de 67,1%. Esse comportamento provavelmente espelha tanto o aumento de famílias chefiadas por mulheres já evidenciado em outros estudos [18] quanto a maior incidência, anteriormente mencionada, das novas aposentadorias por tempo de serviço/contribuição ou especiais. Nestas últimas situam-se profissões onde a presença feminina é mais elevada, [19] e também a tentativa de se antecipar à introdução de mudanças no cálculo da aposentadoria por tempo de serviço e à introdução de pedágio para a transição ao tempo de contribuição.

Tabela 1
Aposentados Chefes de Família, por Sexo, segundo Faixa Etária
Estado de São Paulo
1992-2003
Faixa Etária
1992
2003
Total
Homens
Mulheres
Total
Homens
Mulheres
40 Anos e Mais
1.383.146
1.111.934
271.212
2.354.426
1.767.572
586.854
40 a 59 Anos
423.508
371.662
51.846
757.219
620.961
136.258
60 Anos e Mais
959.638
740.272
219.366
1.597.207
1.146.611
450.596
Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD 1992 e 2003; Fundação Seade.
Em 2003, entre os aposentados chefes de família, a maioria pertence a famílias compostas por três ou mais pessoas (49,2%) e por duas pessoas (36,0%). No caso das famílias unipessoais, do total de homens na faixa etária de 60 anos e mais, 8,6% encontram-se nessa categoria, em comparação a 44,0% entre as mulheres.
Gráfico 7
Variação do Número de Aposentados Chefes de Família, por Sexo, Segundo Faixa Etária
Estado de São Paulo
1992-2003
O fato de o número de mulheres aposentadas chefes de famílias, de 40 anos e mais, com dois ou mais componentes ainda ser inferior ao dos homens não impede que esse número tenha mais que dobrado entre 1992 e 2003, passando de cerca de 154 mil para mais de 361 mil mulheres. Já entre os homens o crescimento foi de 59,3%. Esses números ilustram bem as mudanças de comportamento familiar e social e o conseqüente aumento da responsabilidade das mulheres na manutenção de suas famílias, inclusive nas faixas etárias de mais de 60 anos, nas quais o incremento de aposentadas que chefiavam famílias de duas ou mais pessoas foi de 116,5% e, entre os homens, de 55,1%.
Gráfico 8
Variação do Número de Aposentados Chefes de Família Composta por Duas ou Mais Pessoas,
por Sexo, Segundo Faixa Etária
Estado de São Paulo
1992-2003
Fonte : IBGE. Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios – PNAD 1992 e 2003; Fundação Seade.


Japão: envelhecendo mais rápido do mundo


Por cerca de 50 anos após a segunda guerra mundial a combinação da força de trabalho do Japão rápido crescimento eo aumento da produtividade dos seus trabalhadores famosa industriosos criado um milagre do crescimento. Dentro de duas gerações, o número de pessoas em idade activa aumentou em 37 milhões eo Japão passou de ruínas para a economia mundial a segunda maior. Nos próximos 40 anos esse processo vai entrar em contrário. A população em idade de trabalho vai diminuir tão rapidamente que em 2050 será menor do que era em 1950, e quatro em cada dez japoneses terá mais de 65 anos. A menos que a produtividade do Japão sobe mais rápido do que declina a sua força de trabalho, o que parece improvável, sua economia vai encolher.

http://www.economist.com/blogs/dailychart/2010/11/japans_population 



Paternidade Tardia = riscos

As anomalias genéticas e defeitos dos membros

Devido ao risco aumentado de anormalidades genéticas nos descendentes de pais mais velhos, a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva estabeleceu um limite máximo de idade de 40 anos de idade para doadores de sêmen, enquanto Reino Unido fertilidade clínicas só aceitam doações de esperma de homens com idades entre 39 e abaixo.
Uma pesquisa publicada em novembro de 2005, revela que os homens acima de 50 anos foram mais de quatro vezes mais probabilidade de ter um filho com síndrome de Down e que os homens mais velhos são mais propensos a ter bebês com uma variedade de defeitos nos membros. 



Deteriora a qualidade do esperma

Um estudo publicado em junho de 2006 pelo Dr. Andrew Wyrobek, do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, em Livermore, Califórnia, descobriram que a qualidade genética do esperma se deteriora como um homem envelhece, tornando-se cada vez mais fragmentado o mais velho um homem recebe. Fragmentação do DNA está associada com uma maior infertilidade e uma redução na possibilidade de conceber.

Nascimento prematuro

Um estudo publicado em 2005 na edição de Março de Epidemiologia, revelou que o risco de parto prematuro aumenta com a idade paterna. Os autores estudaram casais e seus filhos em primeiro lugar, utilizando-se registros em todo o país na Dinamarca entre 1980 e 1996.

Risco de autismo em crianças nascidas de pais mais velhos

Um estudo recentemente publicado no Archives of General Psychiatry concluiu que os filhos de pais mais velhos têm um risco significativamente aumentado de autismo.A equipe do Reino Unido e pesquisadores americanos disseram que as crianças nascidas de homens acima de 40 anos tinham um risco seis vezes maior do que aqueles nascidos de homens menores de 30 anos. Eles também disseram que o estudo era mais uma prova de homens também tinham "relógios biológicos".
A idade da mãe não pareceu influenciar as chances de uma criança com autismo, apesar de estudos anteriores sobre este produziram resultados mistos.

Menor escore de Apgar

Um estudo publicado na edição de julho de 2006 de Epidemiology indica que novos pais em seus 40s e 50s são ligeiramente mais propensos a ter um bebê com baixo índice de Apgar do que os pais em seus 20 anos. O índice de Apgar, que foi criado em 1952, avalia o recém-nascido em cinco parâmetros: o esforço respiratório, freqüência cardíaca, irritabilidade reflexa, tônus ​​muscular, cor da pele e com um valor de 0 a 2 (pior melhor) para cada um. Assim, um total de 10 pontos é o ideal.

Maior risco de aborto

Uma pesquisa publicada em agosto de 2006 sugere que as mulheres que engravidam de homens mais velhos correm risco muito maior de ter um aborto espontâneo.Os pesquisadores, da University School of Public Health Columbia em Nova York e liderada pelo Dr. Karine Kleinhaus, observou que o risco de aborto apareceu a subir junto com a idade do pai, independentemente de quantos anos a mãe foi. Mesmo depois de uma série de outros fatores de risco que contribuem para o aborto foram levados em consideração, tais como o tabagismo durante a gravidez e diabetes materna, o risco era ainda maior.




Pai mais idoso do mundo: filho aos 94 anos


Ramjit Raghav, um agricultor do norte da Índia, foi pai pela primeira vez aos 94 anos e diz que neste ano já terá outro. Muito possivelmente ele é pai o mais idoso do mundo  e atribui todo seu vigor à uma dieta especial composta por três litros de leite, meio quilo de amêndoas e meio quilo de manteiga,


O pai mais idoso do mundo tem primeiro filho aos 94 anos
Ramajit confessa que sempre rezou muito ao Deus Shiva para ter muitos filhos, por isso, sente que este filho é uma dádiva de Deus. Quando questionado sobre a possibilidade de não acompanhar o futuro do seu filho, devido à idade, Ramjit afirma que daqui a uma década vai estar jogando bola com o filho faz um desafio:
O pai mais idoso do mundo tem primeiro filho aos 94 anos
  - "Venham me visitar daqui a dez anos e vão me encontrar com a mesma aparência."
O pai mais idoso do mundo tem primeiro filho aos 94 anos
O diretor do do hospital afirma que o parto foi normal e que o bebê está bem e é bastante saudável. Talvez mais incrível que a idade de Ramjit, seja a idade de sua esposa, ela deve ter entre 51 e 54 anos, uma faixa etária também muito improvável para a fertilidade.
O pai mais idoso do mundo tem primeiro filho aos 94 anos
Até agora o recorde do pai mais idoso do mundo pertencia a Nanu Ram Jogi, também indiano, que foi pai em 2007 do seu 21º filho aos 90 anos.
Fonte: Daily Mail